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Paulo Manuel  Costa
  • Lisbon, Lisbon, Portugal
Neste texto fazemos um breve comentário à proposta do governo português de Plano Estratégico para as Migrações 2015-2020.
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Neste artigo, iremos procurar sistematizar as várias normas jurídicas que se debruçam sobre as questões do tráfico de pessoas e o auxílio à imigração ilegal, assim como com alguns dos crimes com eles conexos. Para o efeito, começaremos... more
Neste artigo, iremos procurar sistematizar as várias normas jurídicas que se debruçam sobre as questões do tráfico de pessoas e o auxílio à imigração ilegal, assim como com alguns dos crimes com eles conexos. Para o efeito, começaremos por analisar o direito interno português, para depois centrar a nossa atenção no quadro normativo comunitário, assim como no direito internacional, com especial incidência nos actos adoptados no âmbito das Nações Unidas, da OIT e do Conselho da Europa.
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Neste texto fazemos um breve comentário à proposta do governo português de Plano Estratégico para as Migrações 2015-2020.
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This article examines the development of the legislation on asylum law and refugee policies in Portugal. The assessment begins in 1975, the year when democracy was re-established in the country, following the 1974 Carnation Revolution,... more
This article examines the development of the legislation on asylum law and refugee policies in Portugal. The assessment begins in 1975, the year when democracy was re-established in the country, following the 1974 Carnation Revolution, and ends in 2015, the year the European asylum crisis started. We want to discuss whether, during this period, the policies established indicate an open regime, with an inte- grationist perspective, or whether they proclaim a closed regime with an exclusivist position; in other words, whether the asylum system promoted an active policy of receiving and integrating refugees, or whether the policies pursued intended to limit the access of refugees to the borders of the state. In order to understand these developments, we ana- lyze asylum application figures and asylum laws, trying to understand the main circumstantial contexts that influence them, namely Portugal’s integration in the European Union.
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Este estudo pretende ser um contributo exploratório sobre os fluxos de refugiados e os regimes de asilo estabelecidos nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) entre os anos de 1975 e 2013. O objetivo é analisar os fluxos... more
Este estudo pretende ser um contributo exploratório sobre os fluxos de refugiados e os regimes de asilo estabelecidos nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) entre os anos de 1975 e 2013. O objetivo é analisar os fluxos de refugiados nestes países, procurando examinar o contexto histórico em que os mesmos ocorreram e a sua influência nos regimes de asilo implementados no contexto das políticas africanas de refugiados, nomeadamente a passagem de um modelo de “porta aberta”, liberal, solidário e recetivo, para um mais restritivo que vigora na atualidade.
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A política de integração dos imigrantes tem como objetivo promover a coesão social, assegurando que todos os residentes num território benefciam de idênticas oportunidades e condições de vida. A aprovação de planos locais de integração é... more
A política de integração dos imigrantes tem como objetivo promover
a coesão social, assegurando que todos os residentes num território
benefciam de idênticas oportunidades e condições de vida. A aprovação de planos locais de integração é uma mais-valia para esse processo, porque eles são construídos por quem tem um conhecimento de maior proximidade dos residentes e sabe quais as suas necessidades específcas. Em matéria de participação cívica e política, a informação estatística disponível e os diagnósticos efetuados pelos municípios mostram-nos um quadro geral caracterizado por uma reduzida taxa de recenseamento eleitoral entre os estrangeiros e um baixo envolvimento cívico e político. Para além das medidas que os municípios se propõem desenvolver, é necessário procurar formas alternativas de participação política que assegurem um maior envolvimento de todos nos assuntos locais.
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While some E.U. members have erected fences, Portugaç has made a stand for solidarity on refugees. It’s been driven by political as well as economic strategy
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The evolution of European policy in recent years has shown how policy can be used to actively restrict the movement of people and as a mechanism for choosing what kind of refugee a particular country receives, with the interests of states... more
The evolution of European policy in recent years has shown how policy can be used to actively restrict the movement of people and as a mechanism for choosing what kind of refugee a particular country receives, with the interests of states prevailing over humanitarian needs.
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Historically-speaking, Portugal is a country that has received a very small number of applications from asylum seekers and resettled refugees. However, within the context of the current influx of refugees into Europe and the creation of a... more
Historically-speaking, Portugal is a country that has received a very small number of applications from asylum seekers and resettled refugees. However, within the context of the current influx of refugees into Europe and the creation of a relocation system within the European Union, Portugal is ready to take 10,000 relocated refugees. As such, it is legitimate to ask whether we are witnessing a change in the country's policy regarding asylum and refugees. Although this is an ongoing process, the conviction prompting this humanitarian position regarding the taking of relocated refugees also includes a convenient political strategy that serves the national interest in two ways: by promoting the image of a supportive country in the current European refugee crisis, despite its internal socioeconomic crisis, as well as a way of obtaining human resources to boost economic activity and combat the country's demographic deficit.
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Neste artigo fazemos uma breve análise sobre a jurisprudência portuguesa em matéria de nacionalidade, em especial quanto à verificação da existência de uma ligação efectiva a comunidade nacional dos candidatos à aquisição da nacionalidade.
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Os ambientes online e as comunidades de aprendizagem, parecem estar a modificar as estruturas institucionalizadas de criação e disseminação de conhecimento, surgindo como um complemento às formas pré-existentes de aprendizagem... more
Os ambientes online e as comunidades de aprendizagem, parecem estar a modificar as estruturas institucionalizadas de criação e disseminação de conhecimento, surgindo como um complemento às formas pré-existentes de aprendizagem organizacional. Nestes ambientes e comunidades, a base do processo de construção do conhecimento assenta na interação social. Tomando como referência a nossa experiência de docência, numa instituição portuguesa de ensino superior público a distância, a Universidade Aberta, desenvolvemos um estudo exploratório, através de uma metodologia essencialmente qualitativa, com estudantes de três cursos de estudos pós-graduados com o objetivo de perceber se a organização do design do ambiente de aprendizagem e o modelo pedagógico utilizado produziram experiências educacionais relevantes, sobretudo em aspetos relacionados com as dinâmicas comunicacionais que foram emergindo no seu seio. Concluímos que as dimensões inerentes ao modelo adotado, designadamente as dimensões ...
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Sem pôr em causa, de uma forma expressa, os princípios gerais de direito internacional, no que respeita aos poderes dos Estados-Parte relativamente à entrada e permanência dos estrangeiros nos seus territórios, a jurisprudência do... more
Sem pôr em causa, de uma forma expressa, os princípios gerais de direito internacional, no que respeita aos poderes dos Estados-Parte relativamente à entrada e permanência dos estrangeiros nos seus territórios, a jurisprudência do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem veio introduzir importantes limites externos à discricionariedade dos Estados.
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Nomear, nas suas várias aceções, implica designar pelo nome mas igualmente instituir, colocando alguém em determinada condição que se reconhece como sua. A capacidade de nomear e o poder de instituir uma condição são dimensões que não... more
Nomear, nas suas várias aceções, implica designar pelo nome mas igualmente instituir, colocando alguém em determinada condição que se reconhece como sua. A capacidade de nomear e o poder de instituir uma condição são dimensões que não podem ser ignoradas numa política europeia de refugiados que tenha por base valores humanitários. Este é o desafio que se coloca à União Europeia e aos seus Estados, signatários da maior parte dos instrumentos internacionais de salvaguarda dos Direitos Humanos: nomear as pessoas atualmente em fuga. A rejeição e a recusa da qualidade de refugiados a todos aqueles que, efetivamente, precisam de asilo é equivalente à perseguição e aos acontecimentos que motivaram a sua fuga.
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No âmbito das actividades desenvolvidas no curso de pós-graduação em Políticas de Igualdade e Inclusão, nomeadamente, visando o envolvimento das/os estudantes em actividades científicas, pareceu-nos importante a edição de um e-book, no... more
No âmbito das actividades desenvolvidas no curso de pós-graduação em Políticas de Igualdade e Inclusão, nomeadamente, visando o envolvimento das/os estudantes em actividades científicas, pareceu-nos importante a edição de um e-book, no qual se pudessem reunir alguns dos textos produzidos na pós-graduação ou relacionados com as suas temáticas e que mostrassem a diversidade de reflexões produzidas sobre os temas nela trabalhados. Esta edição inclui assim um conjunto de reflexões e investigações iniciadas no curso e que terão com certeza continuação e aprofundamento no futuro.
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Em 2007 e 2010, Portugal aprovou dois planos para a integração dos imigrantes (PII), os quais fizeram uma sistematização das medidas escolhidas para promover a integração dos imigrantes residentes. Estas medidas incidiam sobre uma grande... more
Em 2007 e 2010, Portugal aprovou dois planos para a integração dos imigrantes (PII), os quais fizeram uma sistematização das medidas escolhidas para promover a integração dos imigrantes residentes. Estas medidas incidiam sobre uma grande variedade de sectores como o emprego, a habitação, a saúde, a educação, a segurança social ou a justiça, revelando assim o carácter transversal da política de integração. Numa análise
geral, verificamos que a maioria das medidas que constituem os PII podem enquadrar-se em dois grandes tipos: a) informar, sensibilizar e formar os imigrantes, e, b) capacitar os sectores da administração pública que têm um maior contacto com as minorias para lidarem com a especificidade da sua condição. Apesar disso, as medidas previstas e a execução que delas foi feita sugerem a ausência de uma intervenção política coerente e articulada por parte do estado português em relação à integração dos imigrantes, prevalecendo, sobretudo, a intenção de mostrar que se está a intervir na área.
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Neste capítulo iremos procurar sistematizar as várias normas jurídicas que se debruçam sobre as questões do tráfico de pessoas e o auxílio à imigração ilegal, assim como sobre alguns dos crimes com eles conexos.
A aprendizagem em rede e as potencialidades do software social trouxeram novos e estimulantes desafios para os sistemas educativos e para os seus profissionais. Um dos principais desafios prende-se com a necessidade de conceber uma “nova”... more
A aprendizagem em rede e as potencialidades do software social trouxeram novos e estimulantes desafios para os sistemas educativos e para os seus profissionais. Um dos principais desafios prende-se com a necessidade de conceber uma “nova” didática para a docência na web social que deve basear-se não só nos conhecimentos científico, tecnológico, curricular e pedagógico, mas também num conhecimento científico e pedagógico da tecnologia que permita planear, conceber e utilizar as redes sociais, como o Facebook, no processo de ensino-aprendizagem de forma eficaz.
Assim, e perante esta realidade, neste estudo exploratório procurámos perceber em que medida a utilização do Facebook no processo de ensino-aprendizagem permite a promoção de competências de aprendizagem de estudantes de cursos pós-graduados, a nível da capacidade para aprender, da iniciativa e da autonomia. Os resultados sugerem que os estudantes aceitam o Facebook como um novo contexto para a aprendizagem, que não impede a reflexão crítica sobre os conceitos e as temáticas apresentadas para trabalho, possibilitando o desenvolvimento de comunidades de aprendizagem desde que exista uma intencionalidade educativa explícita.
Este texto procede a uma análise da legislação e das medidas específicas adotadas sobre o asilo no Portugal democrático, com o objetivo de caracterizar o regime de asilo que vigorou entre 1975 e 2015 e, nomeadamente, apurar se este foi um... more
Este texto procede a uma análise da legislação e das medidas específicas adotadas sobre o asilo no Portugal democrático, com o objetivo de caracterizar o regime de asilo que vigorou entre 1975 e 2015 e, nomeadamente, apurar se este foi um regime aberto, com uma visão integracionista, ou se foi um regime fechado com uma visão exclusivista. Isto é, se o regime de asilo promoveu uma política ativa de receção e integração de refugiados, ou se, pelo contrário, a política seguida pretendeu limitar o acesso de refugiados às fronteiras do Estado e impor medidas restritivas de forma a excluí-los da integração na sociedade de acolhimento.
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No âmbito das actividades desenvolvidas no curso de pós-graduação em Políticas de Igualdade e Inclusão, nomeadamente, visando o envolvimento das/os estudantes em actividades científicas, pareceu-nos importante a edição de um e-book, no... more
No âmbito das actividades desenvolvidas no curso de pós-graduação em Políticas de Igualdade e Inclusão, nomeadamente, visando o envolvimento das/os estudantes em actividades científicas, pareceu-nos importante a edição de um e-book, no qual se pudessem reunir alguns dos textos produzidos na pós-graduação ou relacionados com as suas temáticas e que mostrassem a diversidade de reflexões produzidas sobre os temas nela trabalhados. Esta edição inclui assim um conjunto de reflexões e investigações iniciadas no curso e que terão com certeza continuação e aprofundamento no futuro.
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Este texto foi enviado ao Ministério da Administração Interno, no âmbito do processo de discussão pública aberto na sequência da apresentação do Anteprojecto de proposta de Lei dos Estrangeiros, em Maio de 2006, com o objectivo de... more
Este texto foi enviado ao Ministério da Administração Interno, no âmbito do processo de discussão pública aberto na sequência da apresentação do Anteprojecto de proposta de Lei dos Estrangeiros, em Maio de 2006, com o objectivo de substituir o Decreto-Lei n.º 244/98, de 8 de Agosto.
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O objectivo deste trabalho é verificar o modo como os imigrantes irregulares entraram e permaneceram em Portugal, bem como, a participação de grupos criminosos nesse processo, analisando, para o efeito, os processos judiciais que em... more
O objectivo deste trabalho é verificar o modo como os imigrantes irregulares entraram e permaneceram em Portugal, bem como, a participação de grupos criminosos nesse processo, analisando, para o efeito, os processos judiciais que em Portugal julgaram casos de tráfico de pessoas, auxílio à imigração ilegal, falsificação de documentos e extorsão.
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A finalidade deste trabalho é verificar se o Tribunal Constitucional tem competência para fiscalizar a constitucionalidade de normas internas contrárias às normas internacionais convencionais em matéria de direitos fundamentais. A matéria... more
A finalidade deste trabalho é verificar se o Tribunal Constitucional tem competência para fiscalizar a constitucionalidade de normas internas contrárias às normas internacionais convencionais em matéria de direitos fundamentais.
A matéria da qualificação da desconformidade entre o direito interno e o direito internacional convencional, bem como a competência do Tribunal Constitucional para a apreciar, tem dividido a doutrina e a jurisprudência portuguesas.
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Resumo O afluxo de refugiados à Europa e a implementação de um programa euro-peu de recolocação é um desafio para a União Europeia, mas também para Portugal, o qual se mostrou bastante recetivo para acolher um elevado nú-mero de... more
Resumo O afluxo de refugiados à Europa e a implementação de um programa euro-peu de recolocação é um desafio para a União Europeia, mas também para Portugal, o qual se mostrou bastante recetivo para acolher um elevado nú-mero de refugiados, tendo, para o efeito, a Comissão Europeia estabelecido uma quota nacional de 1.642 refugiados. Face à ausência de uma tradição histórica de acolhimento de refugiados e à falta de estruturas estatais para o fazer, o programa de recolocação portu-guês está largamente fundado na sociedade civil, que independentemente da decisão política se mobilizou nesse sentido. Deste modo, o acolhimento dos refugiados recolocados em Portugal foi de-senvolvido por um conjunto de organizações caracterizadas pela diversidade institucional e de objetivos e pela dispersão geográfica. Para compreender o modo como este processo está a decorrer, nomeada-mente o papel e as práticas das instituições locais, estamos a realizar o pro-jeto de investigação "Integração de refugiados em Portugal: papel e práticas das instituições de acolhimento". Em termos metodológicos, é feita uma combinação de métodos qualitati-vos e quantitativos. Assim, numa primeira fase, foram realizadas entrevistas exploratórias a representantes de entidades públicas e instituições privadas com intervenção no processo de acolhimento, com o objetivo de nos permi-tir fazer uma primeira aproximação ao objeto de estudo e perceber os princi-pais eixos do fenómeno social em análise. Numa segunda fase, foi aplicado um questionário online às instituições envolvidas com o objetivo de perce-ber quais as suas motivações, como decorreu o processo de acolhimento e que balanço fazem do mesmo. Neste texto apresenta-se uma síntese preli-minar parcial dos dados recolhidos. Os resultados preliminares recolhidos mostram que ocorreu um movimento significativo de mobilização social e institucional em Portugal, por razões de caráter solidário e humanitário, com numerosas instituições locais a acolhe-rem e a acompanharem o processo de integração dos refugiados recoloca-dos, apesar da maioria delas não ter qualquer experiência prévia de trabalho com refugiados.
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